MEU MARIDO ADORA QUANDO ME FINJO DE GAROTA DE PROGRAMA

Eu fui a uma festinha de confraternização dos amiguinhos de trabalho do meu maridinho, usando uma blusinha tipo frente única, que deixava a minha barriguinha de fora, os ombros, as costas… Só cobria mesmo os meu peitinhos, mas nem isso fazia direito, pois era tão levinha que qualquer movimento mostrava as minhas tetinhas. Pra completar, estava com uma mini saia, que se não era a menor que eu tinha, foi o bastante para deixar o meu corninho constrangido, pois incrementei o meu visual de putinha com meias 7/8 do tipo arrastão, desfilando de salto alto, toda faceira. Dancei, fiz charminho, lancei olhares provocantes, me insinuei para vários e saí satisfeita, pois a partir dessa festa ninguém teria dúvidas sobre o quanto eu era safada, justamente o que eu queria.
Não fui lá pra trepar com ninguém, só pra provocar, deixar os amiguinhos do meu marido de pau duro, fazer as outras esposas me odiarem ainda mais… O meu maridinho quis ficar bravo, mas ele não conseguiu esconder o seu tesão e já voltando pra casa, me botou pra chupar o seu pauzinho dentro do carro, enquanto dirigia.
Já era madrugada, quase quatro da manhã e as ruas vazias me faziam pensar em outras loucuras. Pedi para ele parar numa esquina e sai do carro sem a mini saia, caminhando na calçada com a bundinha exposta pela calcinha fio dental pequenininha, me exibindo para um carro que passou bem devagar.
– Vamos brincar, amor?
Quando passamos ali no centro eu já estava molhadinha, pronta pra fazer bobagem e pedi para ele parar o carro novamente. Ali era ponto de puta, mas estava vaziu e como eu sempre senti vontade de desfilar por aquelas ruas escuras…
O friozinho da noite, o escurinho das ruas e imaginar que estavam me vendo, me deixou completamente embriagada de tesão. Caminhei pela calçada, rebolando feito uma puta, escutando o barulhinho dos meus sapatinhos de salto alto no chão, sentindo o vento frio no meu bumbum, balançando as tetinhas dentro da blusinha e sorrindo para um carro que passou bem devagar. Eu tinha levado a bolsa, pra compor melhor o visual de puta e peguei o celular para ligar pro meu marido, enquanto rodava a bolsinha.
O meu marido ficou parado na esquina, dentro do carro, olhando tudo, pedindo pra eu tomar cuidado… Mas eu senti a excitação em sua voz, quando outro carro se aproximou de mim e por causa disso, quando o cara parou do meu lado, fui até a sua janela para me mostrar pra ele.
Eu tremia de tesão, olhando nos olhos daquele coroa elegante, cabeça grisalha, que sorria surpreso pela ousadia da minha roupa. Ele pediu pra ver o meu bumbum e quando fiquei de costas, apertou gostoso a minha bundinha, passando os dedos no reguinho. E depois, quando fiquei de frente, pediu para eu mostrar a bucetinha. Mostrei, abaixando a calcinha até o meio das coxas e subi rapidinho, só pra deixar aquele safado com água na boca. Então ele tirou uma nota de 100 e disse que queria comprar a minha calcinha.
Dessa vez eu tirei devagar, rebolando, já sem me importar se mais alguém visse o que eu fazia. Depois, cheguei bem perto do carro e peguei a nota de 100, entregando a minha calcinha, já me virando para ir até onde o meu marido estava estacionado.
Mas ele veio atrás, me abordando novamente, querendo saber se eu topava brincar mais um pouco. Olhei pros lados e vi outros carros chegando, me dando um tesão imenso, mas também me fazendo sentir um medinho gostoso. Dei a volta e entrei no carro do coroa.
Eu até ia contar que estava ali só pra brincar com o meu marido, ia dizer não não era puta, devolver o dinheiro… Mas ele pegou na minha mãozinha e colocou em cima do seu pau. Quando senti aquela coisa grandona, decidi atender o meu celular e falei assim pro meu maridinho.
– Oi! Tá tudo bem, consegui outro cliente.
Fingi que desliguei e disse pro coroa que era o meu cafetão. Perguntei o que ele queria fazer comigo e imaginei o que o meu corninho estava sentindo, ouvindo aquele coroa safado dizer que queria enfiar o seu pau inteiro no meu rabinho.
Era grande, muito grosso, cabeçudo e estava duríssimo na minha mão. Mamei na picona dele e nem vi onde me levou.
Parou numa rua escura, uma decidona deserta e sempre com calma, foi deitando o meu banco. Ficou me olhando, acariciando a minha bucetinha e mandou eu abrir bem as pernas. E assim, toda abertinha, vi ele colocar a camisinha, pra subir em cima de mim.
Na rua, de pernas abertas, tomei aquele pauzão na buceta e gozei gostoso com um macho desconhecido em cima de mim. Ele enfiou de uma vez, dizendo que eu era apertada, mas não ficou estocando. Deixou tudinho dentro de mim pra ficar acariciando o meu rostinho, mordendo de leve os meus lábios, dizendo que eu era linda… Depois de um tempo assim, começou a bombar bem devagar, mexendo aquela tora com calma, delirando com os meus gemidos… Riu quando gozei pela segunda vez e de forma gentil, mandou eu ficar com o bumbum pra cima.
Assim, empinadinha, me arrepiei quando ele espalhou uma pomadinha no meu cuzinho e fiquei quietinha para ele se posicionar atrás de mim. Bem devagar, ele botou a cabeçona da sua pica no meu cu e eu, que estava me segurando para não gritar, soltei um berro quando o safado, sem avisar, sem dar pista do que ia fazer, enterrou tudo no meu cu de uma vez.
Ele meteu tudo e ficou me segurando com força, não deixando eu fugir. Pegou nos meus cabelos na altura da nuca e puxou, botando a sua mão na minha boca, me calando assim.
– Toma, putinha! Toma tudo nesse cu! Você gosta, né? Fala que gosta, sua puta.
Não dava pra responder ou dizer nada e me apavorei quando ele movia a minha cabeça afirmativamente com a mão, peguntando se eu estava gostando, me fazendo responder sim sem ao menos querer dizer isso. Tinha um tarado em cima de mim, currando o meu rabinho e eu, indefesa, comecei a gozar deliciosamente.
Ele até parou de meter pra se deliciar com o meu corpinho se contorcendo debaixo dele. Rindo com satisfação, soltou os meus cabelos e recomeçou a estocar, mais forte ainda, agora pedindo para eu gemer gostoso. O carro balançava, aquele macho arfava em cima de mim e a sua tora arregaçando o meu cu… Gozei de novo quando ele me apertou com força, urrando em cima de mim, enchendo a camisinha de porra dentro, do meu rabinho.
Fiquei até tonta e demorei um tempinho para me recompor. Ele, já vestido, tirou mais 100 reais da carteira e me deu, dizendo que tinha adorado o meu rabinho. Calado dirigiu de volta pra rua onde tinha me pegado pra me deixar.
– Esse cara que ta me seguindo é amigo seu? Você vai ficar bem aqui?
Olhei pra trás e vi o carro do meu marido. Dei risada e quase contei, mas achei melhor ficar no personagem, então disse que era o meu cafetão, que ele sempre cuidava de mim e deci do carro toda feliz.
Rebolei no meio da rua, exibindo minha buceta, a bunda, minhas pernas, entrando no carro do meu corninho. E quando perguntei se ele tinha escutado alguma coisa…
– Sua puta… Eu te amo!
Ele tinha escutado, viu o carro do cara balançando e depois em nossa caminha, me comeu deliciosamente, dizendo que se uma dia quisesse repetir essa brincadeira, ele fazia questão de me levar pra ser putinha novamente.

2 comentários:

  1. adorei o conto, muito bom, sou louco pra fazer isso tambem com minha esposa.

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  2. Outros temas que eu e meu marido fazemos:
    - Eu sou uma casada realizando a fantasia de estar motel com um dotado;
    - Eu ( eu mesma ) nos meus tempos de novinha virgem s safada fazendo sexo oral nos meus namoradinhos ( dois desses namoradinhos tenho foto deles );
    - Eu ( eu mesma ) com outro no motel. Ele faz cada pergunta que fico até vermelha de tanto e tesão, mas ao mesmo tempo com vergonha de responder a verdade...

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